PRIMEIRO ANO DO GOVERNO GEAN

PRIMEIRO ANO DO GOVERNO GEAN

Amigos e amigas de Floripa

Muitos me perguntam o que acho do Governo Gean. Minhas respostas via de regra não se resumem ao “ruim, bom, excelente”. Uma Administração é feita de várias ações em diferentes segmentos de tal sorte que, um e melhor atendido que outro. É o que chamo de “feijão com arroz” e neste sentido, Gean anda com a “panela de barro” sempre aquecida, em fogo brando permanente, ninguém tá comendo comida fria. Em outras palavras, Gean esta dando conta do recado.

Mas um Governo em pleno século XXI com tantas oportunidades oferecidas seria o bastante a política do “feijão com arroz”? Guardo convicção que não.

Gean gostaria de se firmar como um grande prefeito, conta com bons profissionais ao seu lado mas faltam “assessorias desenvolvimentistas” competentes ao seu lado. No começo da Gestão tinham criado um Conselho Econômico para desempenhar este papel, mas com as complicações originadas de uma parceria publico privada das festas de final de ano, parece que diminuíram o interesse e o profissional que iria comandar o processo, foi afastado.

De todas as obras de impacto a mais importante sob os cuidados da Prefeitura é o elevado do Rio Tavares cujo projeto se iniciou na gestão anterior. Não é de sua lavra. Os acessos ao aeroporto, são de competência do Governo do Estado e as ações em obras inacabadas como creches e UPAs, são medidas necessárias, mas todas vindas de outras gestões.

Novidades são poucas. Entre sua eleição (30/10/2015) já se passaram 14 meses tempo suficiente para além de imprimir os acabamentos citados, gestar novos projetos, especialmente, grandes investimentos geradores de empregos.

O mundo quer investir em Floripa desde que apresentemos boas alternativas de Investimento. Vou citar apenas um e relacionado ao maior problema da cidade – a mobilidade urbana. A concepção da solução do problema passa por Terminais Integrados convergindo o transporte marítimo, os teleféricos, o rodoviário, bikes, etc. e, sobretudo, com espaços para estacionamento. A concepção deverá ser metropolitana daí haver a interferência do DETER sempre sob a liderança de Floripa. Se Floripa quer, seguramente, outras cidades também vão querer. Desta forma teremos um terminal central na Baia Sul e vários outros nas cidades de São José, Palhoça, Biguaçu.

Haverá necessidade de aterro por isso o projeto deve integrar MP, ICMbio, IBAMA, FLORAM, entre outros. Mas não é só isso. Pelo menos no terminal central, pode-se erguer o centro administrativo municipal (o Paço Municipal) com a presença dos dois poderes-executivo e legislativo, alameda dos cartórios e outros serviços para facilitar a vida dos contribuintes. O projeto vai além, pode-se inserir um grande centro comercial para exploração de vários segmentos econômicos.

E os recursos? Desde que haja segurança jurídica, dinheiro não vai faltar e as Prefeituras não vão desembolsar um centavo, tudo será feito pela iniciativa privada.

Como corolário dos investimentos, muita renda, impostos e empregos.

 

 


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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