“VIRA LATAS” DA POLÍTICA

“VIRA LATAS” DA POLÍTICA

Amigos e amigas de Floripa

O Brasil conta com 35 partidos registrados, há outros 35 na fila todos ávidos do seu deferimento. Será que há “civismo” “patriotismo” nestas iniciativas? Guardo convicção que não, o que há é um enorme interesse em abiscoitar parte do Fundo Partidário existente, coisa de 1 bilhão de reais e mais recentemente, o Fundo de Campanha, mais 1,7 bilhões. A soma dos dois “dinos” dá algo próximo de 3 bilhões de reais. É o Brasil.

Ao estudar os partidos são encontradas situações curiosas – por exemplo, dos 35, 12 defendem a teoria do marxismo que como se sabe foi enterrado em 1989 com a derrocada do muro de Berlim. Mas muitos oportunistas são adeptos da “seita” muito mais para confrontar o “capitalismo opressor” (uma bandeira apenas) do que para resolver os problemas brasileiros.

Outra curiosidade diz respeito aos Estatutos partidários. Os partidos liberais fizeram cópia um do outro não dizem nada, e os socialistas se esmeraram em registrar que são socialistas (pelo menos) e ai acrescentaram alguns adjetivos como humanistas, ambientalistas e sobretudo democráticos. Sucede que a doutrina não comporta “democracia” da forma que a conhecemos. Em Cuba um modesto botequim é gerenciado por um funcionário público, lá não há a propriedade privada, os direitos individuais e coletivos, inexistem, quem quiser ler jornal, que compre o Gramma, um panfleto que vice a exaltar a “revolução”.

Tem mais preciosidades – a lei permite que partidos socialistas preguem abertamente a derrubada do regime liberal brasileiro e para isso são financiados pelos fundos citados, em 2017 quase 300 milhões. É como se existisse em Cuba,  fundos para derrubar a tal da revolução. A  lei também permite ações licenciosas, partidos liberais se juntarem com partidos socialistas em coalizões que mais parecem “cobra dágua com jacaré”.

É uma devassidão política inominável, parece daqueles encontros noturnos em que cadelas no cio atraem a cachorrada, todos brigam, mas o que interessa ao final é que todos se locupletam, todos saem satisfeitos, quem paga o preço é o País.

O Brasil precisa adentrar no mundo dos partidos de raça, aqueles que sabem o que querem, tem uma ideologia definida, fazem acordo dentro desta ideologia, rejeitam valores não democráticos, defendem a democracia.

Afinal os franceses fizeram uma revolução para isso enquanto Lênin e seus companheiros baseados em teorias falsas fizeram uma revolução que se mostrou impraticável na prática e vitimou milhões de pessoas. Levaram a doutrina a outros paises sempre com o mesmo modelo assassino de tomar o poder.

Muitos no Brasil ainda acreditam em Marx.

 


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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