TEMOR REVERECIAL FOI PRO BREJO

TEMOR REVERECIAL FOI PRO BREJO

Amigos e amigas de Floripa

Vivemos uma quadra política sem precedentes, ninguém mais tem medo de nada. As leis são desrespeitadas olimpicamente, não há mais respeito, medo pela legislação. Estamos voltando aos tempos da barbárie.

No Rio de Janeiro, mata-se mais do que na Guerra da Síria; os crimes hediondos são praticados em todo o País, a Internet é usada por malandros pedófilos, os criminosos são soltos depois de 1/6 da pena coisa de no máximo 5 anos.  Suzana Richthofen mandou matar seus pais e já esta solta, Anna Carolina Jatobá, já se prepara para sair do presídio depois de assassinar sua enteada Isabela Nardoni. Vários criminosos de vulto, assassinos confessos estão em liberdade.

O ECA que é o Estatuto da Criança e do Adolescente é um escárnio à sociedade. Desde quando um rapagão de 17 anos e 11 meses pode ser considerado uma criança desprotegida, que não sabe o que faz? Sabe como ninguém operar um revolver 38 e até metralhadora, mas não sabe o que faz?

Diante de tanta tolerância e justo se perguntar – até quando, vamos tratar criminosos como amigos de família?  Juventude assassina como meros transviados sociais? como meninos indefesos? “Ó coitadinho cometeu um crime diante das circunstâncias”

Mas neste rosário de crimes alguns são coletivos e o que vimos nesta semana em Floripa, com o SINTRASEM comandado uma tropa de choque para invadir, depredar e criar embaraços na cidade é algo que não surpreende. Surpreende sim é que todos se reúnam na Justiça do Trabalho, presentes procuradores, Juizes, Prefeitura e façam um acordo para terminar a greve, sem que fosse imposto qualquer penalidade de privação da liberdade para os marginais que comandaram o espetáculo.

Vendo as declarações na TV –  “a conversa foi proveitosa” “ As partes chegaram a um acordo” e outras lenga-lengas do gênero, a sociedade pergunta: Quem são os responsáveis pelo lixo espalhado pela cidade, as centenas anônimas de pessoas que serão atingidas por doenças fruto deste disparate.

Pagamos a Justiça para fazer justiça, manter o equilíbrio das partes, não para acordos hipotéticos e condenáveis.


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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