GEOGRAFIA DO CRIME

GEOGRAFIA DO CRIME

Amigos e amigas de Floripa

Caminhamos para o abismo da insegurança pública.  O Rio é um excelente laboratório social para onde o Brasil caminha. Lembro-me que há uns 10 anos atrás a turma dos “direitos humanos” era muito atuante na defesa de bandidos. A PM ou PC eram os vilões, os bandidos os mocinhos. Várias ONGs patrocinadas pelo Governo Federal vinham à público condenar o poder constituído, criminalizá-lo, atribuir uma penca de defeitos só existentes na cabeça baldia dos financiados cuja missão soube-se, agora, era desmontar os valores morais, os bons costumes da sociedade (família, religião, casamento), a ordem e a disciplina, para em seu lugar implantar o “novo modelo socialista” com o fim das desigualdades sociais, sem violência do Estado.  Uma deputada utopista de Brasilia,  Érica Kakay do PT, foi exemplarmente didática num vídeo que circula pelas redes sociais.

Os objetivos de um novo Estado Socialista não foram alcançados mas a balburdia foi instalada. Com tantos defensores de bandidos eles se fortaleceram, importaram armas poderosas, fuzis, metralhadoras, pistolas P40 privativas das FFA e o que chamou a atenção agora – criaram um novo Estado físico delimitando as fronteiras onde o crime pode operar. A sociedade brasileira acaba de saber que Cristiane Brasil, a deputada federal filha de Roberto Jefferson presidente do PTB Nacional, pagou pedágio para adentrar em território estrangeiro, na busca de votos. É lícito supor que outros personagens políticos fizeram o mesmo. Temos então um quadro dantesco de perversidade onde o “novo País” conta com vários representantes que se não o representa ostensivamente, faz vistas grossas,  pois sabe, que 4 anos depois, vai precisar de seus favores para a reeleição.

Com vítimas diárias de balas perdidas, homicídios, latrocínios e, sobretudo, algo impensável em sociedades minimamente civilizadas, morte de dezenas de policiais, as ONGs se calaram, ninguém  sai à luta para defender “bandidos indefesos produto de uma sociedade capitalista vil, opressora e corrompida”. Onde estão estes salvadores de bandidos que ajudaram a construir o “estado paralelo?”

É preciso buscar soluções que certamente, não são com diálogos  gentis e encaminhamento de buque de flores, marcando hora em algum café importante da cidade para debater o tema. Estamos falando com um exército de criminosos , “inimigos do povo brasileiro” ou se quiserem desertores da sociedade,  e na guerra, quem abandona o posto, lhe é reservado um rito duríssimo, o fuzilamento ou a prisão perpétua.

É preciso portanto, que o Governo brasileiro (não só dos Estados) disponha de um Plano de Guerra para enfrentar o exército invasor. O Ministro da Defesa precisa ser substituído por um general 4 estrelas, as polícias federal, polícia rodoviária federal,  polícia ferroviária federal, polícias militares e Civis e Corpos de Bombeiros militares sejam declaras incorporadas ao Plano para que juntos possam cercar e prender os invasores por terra, mar e ar.

Enquanto isso nossos deputados se apressariam em reformar o ECA diminuindo a idade penal, criando a prisão perpétua e penas duríssimas para quem atentar contra militares e pessoas indefesas.

Presumo que a Defensoria Pública Federal, Estadual, o Ministério Público Federal e Estadual não se oponham a estas ações saneadoras, garantidoras da ordem pública e dos direitos fundamentais da família brasileira.


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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