PROJETO BRASIL – CARTA AOS MOVIMENTOS POLITICOS

PROJETO BRASIL – CARTA AOS MOVIMENTOS POLITICOS

Prezados Líderes

Gabeira o nosso “Gilberto Freire” do século XXI, aos moldes dos velhos tempos câmara fotográfica a tiracolo e feito um Glauber Rocha moderno, boas ideias na cabeça e uma boa filmadora,  tem feito relatos fantásticos sobre o nosso País. Retrata desde  “O homem dos beija-flores” Augusto Ruschi à tragédia de Mariana e como ontem, 29/9, as novas lideranças que estão surgindo na política brasileira.

Interessei-me pelo assunto, fui pesquisar o que se passa com estes grupos, suas crenças, ideologias,  e como imaginava a partir das declarações na TV, fiquei decepcionado. Há muito entusiasmo mas um baixíssimo grau de formação política. Pareceu-me que a Bancada Ativista esta a serviço do PSOL, outros, patrocinados por mecenas que já financiaram Marina do antigo PCR (a santa da Floresta), e, até os fascinados de Harvard que descobriram o Brasil, recentemente.

Quem anda na faixa dos 40 anos, que é maioria dos  militantes, pensa em resgatar o País com criticas impiedosas ao sistema, com ímpeto intelectual sobre constatações miseráveis, censuras ao injusto sistema de distribuição de renda. Todos desaprovam severamente os partidos e pelo menos a “Bancada Ativista” prega candidaturas independentes.

Quando se cria um “movimento político” SMJ,  seus autores deveriam de imediato, expor seus pensamentos a respeito da ideologia que vão abraçar e neste caso – fazer uma profissão de fé no liberalismo (John Locke) ou no socialismo (Karl Marx). Todos os regimes mundiais se movem dentro destas duas doutrinas. Na China, Cuba, Coreia do Norte, Vietname, Laos, Venezuela,  predominam os Partidos Comunistas nos demais, todos os  desenvolvidos, partidos que tem no liberalismo a sua fonte de inspiração.

Não encontrei nada que lembrasse a condenação ao patrimonialismo “ostentação” que se verifica no Brasil com  baronatos funcionais nos três poderes cuja apropriação dos recursos públicos vem desde as Capitanias Hereditárias; nada que informasse quais ações seriam adotadas e que levariam ao enxugamento da máquina pública, com milhares de órgãos inúteis e desnecessários;  nada sobre política de privatização das centenas de empresas públicas que além de subtrair os recursos da educação e saúde, dão  origem à corrupção no País;  ademais não encontrei um virgula sobre o descalabro da Educação Pública Brasileira com fartos privilégios no Ensino Universitário cujos alunos estudam, estacionam, comem e até dormem de graça. Enquanto isso o ensino básico é um dos maiores fracassos do universo. Não confirmei, enfim, nada que lembrasse um Projeto Futuro de País.

Registro por oportuno que um bom manifesto não esqueceria que o melhor da cidadania não são bolsas famílias, são os empregos. Para alcançar este propósito, é preciso abraçar uma forte política de investimentos fonte geradora de mais impostos e renda, com respeito aos postulados da boa gestão fiscal. Para tanto o País precisa se ver livre da tutela do Estado, da burocracia perniciosa, da vetusta CLT.

Finalmente uma recomendação aos “neo-políticos”,  ingressem nos partidos, procurem melhorá-los, adequá-los aos interesses superiores do País. Fora dos partidos não há solução, restaria a anarquia que nos levaria a uma insuportável ditadura, de direita ou de esquerda, ambas detestáveis.

MOVIMENTOS PARTICIPANTES

Acredito

Agora!

Bancada Ativista

@Brasil 21

Instituto Cidade Democrática

Movimento Transparência Partidária

Nossas

Open Knowledge Brasil

Quero Prévias

Transparência Internacional

 

 

 

 

 

 

 


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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