POPULISMO O MODERNO SOCIALISMO

POPULISMO O MODERNO SOCIALISMO

Amigos e amigas de Floripa

Em 2018, Argentina já se desfez do socialismo cucaracha, o Brasil do socialismo tupiniquim. Bolivia, Venezuela, Equador, Nicaraguá continuam sob o tacão marxista.
Em 2018, Argentina já se desfez do socialismo cucaracha, o Brasil do socialismo tupiniquim. Bolivia, Venezuela, Equador, Nicaraguá continuam sob o tacão marxista.

Grandes líderes populistas como Lula, Chaves/Maduro, Kirschner, Evo Morales, Rafael Caldeira, Daniel Ortega, entre outros, usam e abusam da técnica do “nós e eles”.

Costumam dividir o País em dois grandes grupos – o povo de um lado e os inimigos do povo no outro.

Estes inimigos tanto podem ser externos como os americanos, especificamente, os capitalistas de um modo geral, o comércio internacional, o FMI, e no lado interno, as oligarquias, o modelo explorador montado pelas elites, os empresários da FIESP, o CNI para ficar nos mais vistosos.

O esporte preferido do líder e seus comandados  é construir o ódio entre um lado e outro. Colocar a população pobre contra a população rica (AS “ZELITES” no dizer do Lula). O líder se firma então como o novo representante das classes menos favorecidas e passa a atuar como uma divindade.

O líder populista constrói uma imagem de defesa do povo, dos seus direitos, da sua dignidade. Seus erros como a corrupção, o endividamento, as bofetadas no orçamento,  serão sempre relevados, absorvidos pelos liderados, posto que suas ações sempre objetivam o bem geral da população, a correção das injustiças sociais, e,  portanto, necessárias ainda que equivocadas. O surpreendente é que correntes do pensamento cultural brasileiro, professores universitários, escritores, pessoal do teatro, das redações,   se juntem ao “caloteiro” e também o vêm como um messias redentor, alguém que resgate a dívida do povo sofrido do Brasil.

Via de regra enquanto estiver no poder o “salvador da pátria” cria uma rede de comunicação com vistas a enaltecer a imagem do líder, mas, vai além, procura também cooptar o sistema educativo introduzindo livros e textos valorizando sua teoria, seus postulados, suas ideias (Mussolini, Gramsci, Hitler, faziam isso muito bem).  Quase sempre são socialistas, defendem Marx como um profeta e Stalin como um precursor dos novos tempos. Esquecem solenemente,  os milhões de pessoas que foram assassinadas em nome da seita.

Lula sempre quis implantar o controle social das mídias, queria dominar os meios de comunicação em nome de um projeto de poder.

Mas o modelo que é universal, objetiva também o controle efetivo dos três poderes – indicando os ministros para o STF, controlar o Legislativo com eleição de deputados ou então fazer o controle pela corrupção (Mensalão e Petrolão) e no Executivo, aparelhá-lo nos 27 Estados da Federação.

O “populista” adora abusar dos orçamentos públicos, criar novas empresas estatais, programas “grátis” de apoio ao povo como o Bolsa Família, o Bolsa Estudante, o Bolsa Gás,  e como não tem dinheiro para tudo, aumentam-se os impostos, a dívida pública e os déficits públicos.

Este modelo cria dificuldades no Sistema Econômico, os investidores se afastam, aumenta o desemprego, a renda cai e a pobreza aumenta. Neste momento o líder busca encontrar os culpados, justamente, os inimigos do povo, os malditos capitalistas.

Maduro diz isso todos os dias na TV.

 

 

 

 


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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