“NÃO FALTAM LEIS, FALTAM GUILHOTINAS”

“NÃO FALTAM LEIS, FALTAM GUILHOTINAS”

Amigos e amigas de Floripa

Durante a Revolução Francesa (1789/1799) foram guilhotinados 40 mil franceses considerados inimigos da revolução. Depois os próprios algozes foram vítimas de suas ações.
Durante a Revolução Francesa (1789/1799) foram guilhotinados 40 mil franceses considerados inimigos da revolução. Depois os próprios algozes foram vítimas de suas ações.

Durante a Revolução Francesa (1789-1799) a sociedade local  estava estratificada em 3 Estados (níveis) – o Clero 0,5% da população, a nobreza com 1,5% e a população, 98%. Cabia a esta pagar o luxo e a riqueza dos dois estratos mais ricos da França. Os ricos não pagavam impostos tudo recaia no lombo do povo, pobre, miserável, passando fome pelas ruas das cidades.

Dada a insatisfação reinante em 14 de julho de 1789 invadiram a Bastilha um imóvel-prisão que recepcionava os adversários do Regime. Derrubado o ícone da repressão o “caldo entornou” para o absolutismo monárquico se instalando novas forças no Poder.

O povo foi chamado para defender a Revolução e sob o comando e DantonRobespierre e Marat denominados Jacobinos  assassinaram em uma semana (2 a 6 de setembro de 1792)  pelo menos 40 mil adversários, inclusive o rei. Surgiu daí a famosa frase “A França não precisa de leis, precisa de mais guilhotinas”. Os revolucionários saíram vitoriosos dos embates. Mais tarde eles mesmos foram para a guilhotina sob o comando dos girondinos, outra força de oposição que se criou.

A história da Revolução Francesa trás a todos nós uma lição – a revolução é deflagrada não por ideologias e sim pela “fome”. A fome por sua vez dá margem a todo tipo de oportunista que vai usar a ideologia para justificar atitudes violentas como fizeram Lenin, Mao, Fidel e tantos outros. O exemplo mais próximo esta na Venezuela. Das duas ideologias reinantes – liberalismo e socialismo, a história também já demonstrou que o liberalismo é a solução para os países e sua população. Liberalismo é diálogo, socialismo, é violência.

Neste final de ano e inicio de 2018 é propício a reflexões em nosso País. Talvez a vontade do povo se aproxime dos revolucionários franceses, a nossa guilhotina será o voto. O problema é que 50% dos jovens são analfabetos funcionais e 12 milhões não sabem ler e escrever, mas tem o título. Nossa educação política é primária, não distinguimos um doutrina de outra.

Oremos, pois.


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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