FUNDO DE CAMPANHA ASSALTO AOS COFRES PÚBLICOS

FUNDO DE CAMPANHA ASSALTO AOS COFRES PÚBLICOS

Amigos e amigas de Floripa

Abre-se o jornal ou liga-se a TV, lá esta uma noticia do avanço patrimonialista sobre os recursos dos combalidos cofres públicos. É no Judiciário, no Legislativo e no Executivo, ninguém se salva. Todos querem mamar, cada vez, com mais intensidade.

Ontem vimos e ouvimos o Governador do Rio, um estado quebrado, licitando serviços de um jatinho com todas as mordomias; os prestimosos procuradores recuaram dos 16% de aumento que haviam se atribuído não por sua magnanimidade administrativa, mas porque os Ministros do STF, esses sim, por entenderem que neste momento a austeridade se impõe, congelaram os seus proventos em 33,5 mil por mês.

No final da noite, os serelepes deputados federais anunciaram que aprovaram numa comissão um Fundo de Campanha de 3,6 bilhões para a próxima campanha eleitoral. É muito abuso, recorrer a quem?

Vamos ver quanto custa a próxima eleição. Como todos sabem há uma estrutura permanente para regulá-la, jabuticaba só existente no Brasil. A Justiça Eleitoral nos custa a cada dois anos, período entre uma eleição e outra nada menos do que R$7.218.431.698 (2017)X2 = 14,4. Em dois anos, estimam-se que as renunciais fiscais do Governo por permitir que os partidos usem horários gratuitos, chegue a 1 bilhão por ano, portanto mais 2 bilhões.  Há o Fundo Partidário cujo valor também se aproxima este ano de 1 bilhão X 2 = 2 bi. Agora este monstrengo de 3,6 bilhões. Tudo somado a próxima eleição vai nos custar: 14,4+2+2+3,6 = 22 bilhões.

Tudo isso não seria necessário, mediante uma modesta alteração, criando o Sistema Distrital, barateando em 90% os custos da campanha. É mero capricho de maus políticos, de maus hábitos, querer usar mais dinheiro do povo para se eleger.

Tenho profundo respeito pelos partidos políticos, uma instituição necessária à democracia, não a muitos de seus membros que além de corruptos adoram roubar o dinheiro à luz do dia e legalmente. Uma vergonha.


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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