BOLSONARO E A ECONOMIA

BOLSONARO E A ECONOMIA

Amigos e Amigas de Floripa

Os socialistas de plantão e seguidores, especialmente, os que se dizem de vanguarda o “ônibus queer” entre outros, querem impor uma imagem de “atrasado, conservador, radical, político obsoleto” (ninguém sabe ao certo o que isto significa) e, sobretudo, que nada entende de economia. Querem passar a ideia de que é um desinformado em mercado, um analfabeto em taxas de juros, que pouco entende de inflação e que metas fiscais são balizas de campos de futebol.

Seguramente nenhum de nós, mesmo especialistas de ponta, detém todas as informações necessárias para dirigir uma modesta empresa, uma Petrobrás ou mesmo o País. Por isso a sociedade foi gerando especialistas em muitas áreas e é a soma destes profissionais que o Presidente precisa para administrar o País.

Bolsonaro que tem formação superior (é um oficial do Exército brasileiro) e milita na política há 30 anos como deputada federal, passou por vários presidentes, vários ministros da Fazenda, do Planejamento, sabe que há algumas ações fundamentais para que seu Governo dê certo. Uma dessas decisões diz respeito ao seu ministro da Fazenda, na suposição de que seja este o “czar” da economia.

Para não deixar margens às dúvidas já fez o convite, aparentemente, aceito ao economista Paulo Guedes um dos expoentes da nova safra de intelectuais que enxergam a economia como uma ciência dentro do modelo liberal capitalista. Impossível dar errado. Por quê? Rigorosamente, como ciência a economia não aceita sapatadas no sistema como fizeram os governos do PT dentro do qual D. Dilma se superou. Os socialistas são esquizofrênicos nas ações – ora endeusam o lado capitalista ora o desprezam e nesta toada os segmentos econômicos desconfiam, se retraem, perdem interesse pelos investimentos, cai à renda, os lucros, os empregos.

Paulo Guedes pertence a uma instituição que tem prestado serviços significativos ao Brasil – o Instituto Millenium, um entidade sem fins lucrativos, sem vinculação partidária, formada por intelectuais e empresários, defendendo os postulados liberais promovendo valores que garantem uma sociedade livre, como liberdade individual, direito à propriedade, economia de mercado, democracia representativa, Estado de Direito e limites institucionais à ação do governo.

Esta claro que “beber desta água pura” para dirigir o País é o que nos faltou nestes últimos 15 anos. FHC titubeou no começo de sua primeira gestão, depois encontrou o foco com a lei de responsabilidade fiscal e o PND – Plano Nacional de Desestatização. Desde então andamos feito crina de cavalo, só pra baixo. Chegou a hora da virada, de um novo Brasil baseado nos princípios “pétreos” da economia que nos levará a mais investimentos que vão gerar mais impostos, mais renda, mais empregos.

O “capitão” sabe disso e sua disciplina obrigará a que todos os agentes econômicos e políticos se comportem segundo os novos tempos. O tempo dos conchavos, das negociatas, da propina, da taxa de oxigênio, presumivelmente, vai passar. Com a ajuda do povo brasileiro, do MP, da boa Justiça Federal e Estadual, o Brasil dará a volta por cima.

Aguardar para ver.


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

1 COMMENT
  • Nilson Jose Guaragni Cesar
    Responder

    Muito esclarecer e preciso.
    Aqueles dogmatizados pela esquerda falcatrua não tem capacidade de interpretar e associar ideia.
    Abraço!!

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