BOLSONARO  CONVICTO

BOLSONARO  CONVICTO

Amigos e amigas de Floripa

A proclamação da República se deu em 1889, pelos militares, foi a primeira república, durou 41 anos foi até 1930. Fruto de conflitos políticos entre São Paulo e Minas e o resto do Brasil, Julio Prestes não foi aceito, Getúlio e Minas, derrubaram Whashington Luiz, e mais uma vez os militares garantiram a posse do “revolucionário” Getúlio, era a segunda e a terceira republica sendo instalada e que seguiu até 1946. Getúlio foi destituído do poder por generais do seu próprio governo no dia 29/10/1945, dando inicio à quarta República com um general vencedor das eleições, Eurico Gaspar Dutra.

Este período foi marcado por conflitos intensos, durou 16 anos vindo a desembocar no Movimento de abril de 1964, inaugurando a quinta república, mais uma vez comandada por militares cujo período durou 21 anos.

A sexta republica que vai de 15/03/1985 até nossos dias mostra que os civis tem dificuldades de gerir o Pais, pior, ficam criticando os militares como se estes fossem extra terrenos, que nada entendem de Brasil, são sempre uma ameaça ao poder civil. Foram dois impeachment, muito roubo e corrupção nestes anos, nenhum militar envolvido.

Bolsonaro surge como uma esperança neste ambiente mas como é militar, é desprezado pelos socialistas festivos, pela “intelectualidade” universitária, pelos cantores de vanguarda e sobretudo pelo ônibus “queer”.

No imaginário popular persiste a tese de que quando o País não suporta mais as sapatadas dos civis entra em cena “o Exército” simbolizando as Forças Armadas. Bolsonaro entra por este atalho,  um personagem que pode reunir a um só tempo as duas virtudes que o povo anda procurando – um militar linha dura e que tenha conhecimentos políticos.

Mas há outra qualidade do “Mito” – sua linha intransigente de não se misturar aos socialistas/comunistas.  Muitos guardam convicção que o País não dá certo justamente, por isso. Adotamos a linha “raça indefinida” não temos pedigree, politicamente, vivemos o complexo do vira latas.

Todas as economias desenvolvidas do mundo adotaram convictamente,  o liberalismo como opção política e deu certo. No Brasil dos 35 partidos registrados no TSE, 12 são socialistas e 23 liberais. Na prática os socialistas não defendem os postulados da teoria,  enganam a população, usam da dissimulação para fraudar o eleitor. São socialistas nos Estatutos e “liberais” para a população mas no poder iniciam a implantação das teses marxistas como aconteceu na Venezuela.  Não dizem que querem acabar com as propriedades privadas, implantar o partido único, controlar a mídia, mandar para as calendas os direitos individuais e coletivos.

Há curiosidades  como a união de liberais oportunistas  com socialistas,  cuja gestão futura será repleta de óbices na economia. Por exemplo,  os socialistas sempre serão contra as “privatizações” berçário de muita corrupção e desvio de recursos dos investimentos.

Dia desses Bolsonaro recomendou a um deputado do Patriotas do Maranhão que evitasse fazer coligação com o Governador comunista Flávio Dino. Pronto,  estava criado um problema dentro do PEN que levou Bolsonaro a descarta-lo como alternativa partidária. São atitudes como esta que convencem seus partidários.

A continuar na luta adotando a linha “pedigree” será um candidato diferente, ousado, destemido, com largas chances de ser o futuro presidente do Brasil. Aqueles que acham que não tem “estofo” para comandar o País valem as comparações com Collor, Dilma, Lula para ficar nos mais recentes.

 


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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