2018 AS ESCOLHAS POSSÍVEIS

2018 AS ESCOLHAS POSSÍVEIS

Amigos e amigas de Floripa

Lembro-me de 1989 as esperanças de um Brasil pujante, rico, perspectivas de povo feliz. Era a primeira eleição livre para Presidente desde 1964. O povo estava exultante, os debates nos bares, nos clubes, nas esquinas se intensificavam. Havia 22 candidatos e dentre eles Paulo Maluf (liberal) Brizola (socialista), Lula (socialista), Ulisses Guimarães (liberal), Collor (liberal) AFIF (liberal) Aureliano Chaves (liberal). Ao final do primeiro turno deu Collor com 20 e Lula com 11,6 milhões vencendo o Collor no segundo turno com 35 milhões.  Tantos candidatos bons, sérios como o ex-governador de Minas Aureliano Chaves, o ex-governador de SP, Mario Covas, ambos competentes e afinados com os novos tempos; infelizmente, escolhemos mal, e os resultados são conhecidos.

Trago ao debate os novos candidatos interessados e posso lhes assegurar a qualidade dos postulantes, esta bem abaixo de 1989. Antes permitam que lhe afirme categoricamente, o novo Presidente do Brasil precisa ter uma visão a partir do Estado de São Paulo, ou do Sul do País. O Brasil precisa encurtar distâncias, fazer o que Juscelino queria – 50 em 5 anos.

Vamos separá-los por ideologias – os socialistas primeiro e os liberais, depois, sobretudo os que têm alguma chance de segundo turno. No radar dos socialistas sobressaem por ora: LULA, Marina, Ciro Gomes. Lula dispensa apresentações, seu partido fez um governo socialista que arrastou o País aos caos. Neste momento já foi condenado, responde a 7 inquéritos por prevaricação, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, entre outras barbaridades. Marina começou no PCR, partido comunista revolucionário, depois passou para o PT, se apresenta como uma “santa” da floresta, mas sua visão é de um matuto do mato, não tem as mínimas condições de gerir um gigante como o Brasil, será uma marionete na mão dos “assessores”; Ciro Gomes é um trânsfuga partidário, deserdou pelo menos 6 partidos todos visando o seu próprio interesse. No PDT acaba de fazer um acordo com o PC Chinês para que o Brasil vire satélite da China. Egocêntrico, falastrão, se imagina o salvador do País, não soma, ao contrário, repele os liberais.

E os liberais a corrente que ideologicamente deveria dirigir o País? Há vários, muitos qualificados. Comecemos pela melhor opção, Geraldo Alckmin, Governador de SP, provou ser um bom gestor, tem visão macro do País, é sério e honesto. Tem poder de aglutinação, é bom gerente,  mostrou isso em SP; Dória, não obstante as suas qualidades de jovem gestor com uma Agenda moderna de desestatização, carismático, moderno, precisa, todavia, provar que suas teses na Prefeitura de SP, darão certo. É uma reserva para o futuro. Senador Ronaldo Caiado, médico, de Goiás, já foi candidato em 1989, é um bom candidato, mas ainda não foi experimentado no Executivo; Jair Bolsonaro, tem origem militar, bom de briga, conseguiu capitalizar um grupo de eleitores descontentes com a corrupção, junto com Dória,  é o anti-lula, todavia ainda não foi testado no Executivo, deve permanecer na fila; Álvaro Dias, ex governador do Paraná, tem boas qualidades mas um partido que não ajuda, é “papel carbono” copiaram o “we can” do Baraca Obama revelando pouca criatividade; há ainda o Ministro Joaquim Barbosa, figura de proa do Judiciário Brasileiro, caçador de corruptos, mas longe se representar o lado gestor de que o País precisa, não creio que esteja preparado para esta missão.

Resta saber agora quem será destes, que tem um PROJETO BRASIL que faça o enxugamento da máquina administrativa (3 níveis), abomine o patrimonialismo desbragado em nossos ministérios, secretarias e operadores do Direito, retome o PND de FHC, forme as poupanças necessárias para dar origem a um grande projeto de Investimentos nos transportes – portos, aeroportos, rodovias. E como a cereja do bolo, a Reforma da Educação Brasileira, inundando o País de escolas técnicas, de bons professores, de bons conteúdos programáticos, além de obrigar a cada aluno universitário a pagar pelos seus estudos.

O País tem jeito.


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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