PLANO DIRETOR,  MEIO AMBIENTE E CÓDIGO FLORESTAL

PLANO DIRETOR,  MEIO AMBIENTE E CÓDIGO FLORESTAL

Amigos e Amigas de Floripa

Criei um decálogo sobre as 10 mais importantes ações a serem adotadas num Plano Diretor. O primeiro mandamento é este “Adotarás e amarás o Meio Ambiente, protegendo suas Unidades de Conservação, os mangues, suas fortalezas, APPS, rios lagos e lagoas, dunas e as 20 bacias hidrográficas do município.

Isto resolve 90% dos problemas ambientais. O Código Florestal origem deste primeiro mandamento é riquíssimo quando no seu artigo quarto enumera o que sejam APPS. Ressalto por oportuno que quando a cidade iniciou as discussões sobre o PD o código não existia, ele é de 2012 e o PD começou em 2006.

Nesta época já existia outra lei denominada de Estatuto da Cidade (LF 10.251/2001) uma lei de pouca serventia que trouxe toda a sorte de dificuldades com a inserção do “assembleísmo” dentro das comunidades, IPTU progressivo, gestão democrática da cidade e afins. Esta lei substituiu a racionalidade pela paixão, introduziu o oportunista político e desprezou as pranchetas. Uma lei de viés absolutamente, socialista razão porque das dificuldades do PD que não termina e desagrada a todos.

Floripa tem em torno de 20 bacias hidrográficas, umas maiores, outras menores, em tese todas contaminadas pela incúria administrativa da CASAN e Prefeitura. Temos Unidades de conservação municipal, estadual e federal, o projeto Fortalezas, e 60% de áreas protegidas. Tudo isso o Código Florestal protege. Áreas lindeiras ao mar tem a ajuda das leis federal, estadual e municipal que tratam sobre o Gerenciamento Costeiro.

Em razão deste enorme leque de proteção as forças do atraso não precisam se preocupar. Defendo a tese de que o que o Código não proíbe, permite. Sendo assim cabe destacar qual cidade queremos para 2050, um amontoado de palafitas e favelas ou uma cidade pujante, exuberante aos moldes de uma Singapura e Seul. Estas cidades há 50 anos eram mais atrasadas do que Floripa, hoje são ícones do desenvolvimento econômico.  São cidades limpas não têm passivo ambiental, ricas e povo feliz. Lá a verticalidade, em razão dos poucos espaços foi adotada, e nem por isso deixaram de ser cidades ambientalmente saudáveis.

 

 


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *