PLANO DIRETOR É PRECISO COMBINAR COM OS “RUSSOS”

PLANO DIRETOR É PRECISO COMBINAR COM OS “RUSSOS”

Amigos e amigas de Floripa

Leio nos jornais que mais uma vez,  audiência na Justiça Federal não chegou a um acordo entre a Prefeitura, Grupo Gestor, IPUF e MP. Guardo convicção que há equívocos por todos os lados, sobretudo de fundo ideológico. Há na Câmara de Vereadores, 7 vereadores de tendências socialistas, se dizem monopolistas dos direitos sociais e ambientais e muitos acreditam nesta lorota – o PSOL com 3, o PSB com 2, o PT com 1 e o PDT com 1. São estes,  salvo as honrosas exceções, que criam toda a polêmica. Via de regra são contra todos os grandes projetos da cidade os últimos deles, a Ponta do Coral e o Aeroparque de Ratones.

Como alguns membros tem origem na Universidade lhes é conferido um verniz de credibilidade nos seus pontos de vista. Entendem pouco de gestão pública sobretudo,  renda, empregos e impostos. Agem por interesses ideológicos, vendem a tese de que os problemas de congestionamento do trânsito, os passivos ambientais, os moradores de ruas, os drogados, a depredação do meio ambiente, são fruto do capitalismo opressor, da ganância imobiliária e portanto,  tudo o que leva a mais desenvolvimento econômico deve ser combatido. Dão como exemplo CUBA que com o socialismo teria resolvido os problemas sociais. Ocultam, todavia que se transformou em um fenômeno – metade continua presa na Ilha e metade fugiu para Miami.

As verdadeiras mazelas do PD não são discutidas. Preocupam-se com a Construção Formal que respeita o meio ambiente, mas o  Código Florestal é afrontado todos os dias ao longo das margens dos rios, nos morros, nas dunas por milhares de pessoas com vistas grossas do MPF e do MPSC. Para estes há sempre o beneplácito da tolerância mesmo que as invasões destruam de forma clamorosa o meio ambiente.

O lado formal da produção é contra o Código porque é hostil aos investidores, fracionou o território em dezenas de porções desnecessárias (Carta de Atenas), foi feito sem que se saiba qual a população a ser abrigada por Distrito. Depois de muito tempo, aludiu-se a um número de 750 mil pessoas mas os estudos inexistem, foi um chute.  A cidade precisa alocar 100 mil residências até 2035, novas escolas, hospitais, infra estrutura, mas isto não esta claro onde será feito. Não há parques, praças e jardins espalhados pelos nossos distritos. Só se pensou em proibir, em limitar, em obstruir o crescimento econômico.

Finalmente é preciso combinar com a Câmara de Vereadores a aprovação do PD. É a única representante do povo eleita para tal. Tudo o que se fez até agora (mesmo errado) deverá ser aprovado pelos vereadores que poderão inclusive, mandar arquivar o Projeto. Pensar diferente é trilhar o caminho do intolerância, assumir espírito totalitário muito apreciado em certos vetores da política.


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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