FAVELAS EM FLORIANÓPOLIS

FAVELAS EM FLORIANÓPOLIS

Essas aglomerações de casebres toscamente construídas e desprovidas de condições higiênicas em nossos morros (favelas) representam o descaso, a ausência do Governo em políticas habitacionais. As pessoas que as habitam são oprimidas, mal vistas, freqüentemente, sem endereço.

Nestes ambientes a bandidagem se instala, os planos de segurança não prosperam. A Polícia tem dificuldade de transitar, os bandidos assumem o controle “social”. A ocupação de áreas dominadas pelo tráfico tem que começar por minucioso mapeamento das favelas. A desfavelização é um bom projeto para dar segurança à população e cidadania aos favelados. Sempre haverá resistência à remoção (os exemplos são robustos, vide Rio de Janeiro), entretanto, cabe ao Governo convencer as famílias das melhorias em se viver em conjuntos habitacionais decentes. Para resolver este problema o Governo precisa implementar uma política habitacional de Conjuntos Populares. A questão do transporte coletivo com foco na tarifa social, integrada, metropolitana deverá ser considerada. O êxito de conjuntos populares reside no fácil acesso à mobilidade urbana.

Nos espaços em que é possível a reurbanização o Poder Público Municipal deveria urbanizar o espaço favelado levando os equipamentos comunitários básicos – escola, saúde, segurança e infra-estrutura. Projetos de “revitalização de espaços urbanos” devem acompanhar de  compensações sociais por parte dos moradores, ou seja, que eles passem a ser os fiscais do Meio Ambiente e impeçam as invasões clandestinas. Sem a participação popular dificilmente haverá melhorias permanentes em espaços revitalizados.


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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