FLORIPA SUSTENTÁVEL PENSAR FLORIPA DE UM JEITO NOVO

FLORIPA SUSTENTÁVEL PENSAR FLORIPA DE UM JEITO NOVO

Amigas e Amigos de Floripa

As forças liberais da cidade cansaram de ser submetidas à escravidão de segmentos que se acham donos dos espaços geográficos do município. Via de regra estas forças querem impor o seu ponto de vista de cidade, inviabilizam os investimentos, são hostis aos empreendedores, pensam deter o monopólio do entendimento ambiental, contam com forte apoio de membros do MPF e Justiça Federal, subvertendo a ordem natural do processo histórico com decisões judiciais absurdas. (ponte sobre o canal da Barra da Lagoa)

Estas forças sequer conhecem o Código Ambiental, uma lei Federal que disciplina o Meio Ambiente, moderna e de fácil entendimento. Esta claro para qualquer um que o que o Código Florestal não proíbe, ele permite. Os monopolizadores do Patrimônio Ambiental, entretanto, não concordam com o Código, buscam nas suas limitações periféricas dar cunho de principal. Por exemplo, o Código nos fala de rios com até 10 metros de largura, cuja proteção ciliar deverá ser de no mínimo 30 metros.  Ora todos sabem o que é um rio, diferente de um pequeno córrego, uma sanga urbana ou vala todos passíveis de canalização trazendo benefícios urbanísticos.

Qualquer investidor, todavia que se arriscar a implantar um projeto nas proximidades “pode ficar com suas barbas de molho”, não faltará um “pai do ambiente” para denunciá-lo como um predador da natureza. Lembro que o belíssimo Il Campanário foi vítima de um professor que jurou que o projeto foi feito sobre um olho d’água trazendo “prejuízos incalculáveis” à região.

Confrontando o lado formal da economia que determinadamente busca vencer as barreiras que lhe são impostas, o lado informal cresce assustadoramente. À noite, passando na SC401 e observando o que se passa acima da Av. Virgílio Várzea o contribuinte se pergunta, como é possível tanta invasão em áreas de APP sem que se ouça uma manifestação do MPF? Quem ligou a Luz, a água, fez os precários arruamentos?

Saúdo o movimento e este blog se colocará ao lado das forças liberais para remover os grilhões do atraso, permitir que nossa cidade alcance o seu patamar de liderança como uma das melhores cidades sustentáveis para se viver. Isto importa como quer os postulados do movimento a preservação ambiental, a geração de empregos, geração da renda e impostos, tudo sob o guarda chuva de um Planejamento Urbano inserido num moderno Plano Diretor.

Mãos à obra.


Inscreva-se – www.floripasustentável.com.br


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

2 COMMENTS
  • Floripa Sustentável
    Responder

    Olá, Dilvo!
    Enviamos uma mensagem para o email cadastrado no contato do Floripa Sustentável, mas voltou. Só para reforçar nosso agradecimento. Um abraço

    1. Dilvo Tirloni
      Responder

      http://www.dilvovicente@yahoo.com.br

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