RATONES ORIGEM  E PERMANÊNCIA NO ATRASO

RATONES ORIGEM  E PERMANÊNCIA NO ATRASO

Amigos e amigas de Floripa

Ratones é uma bucólica localidade às margens da SC401, próximo de Jurere Internacional. Com uma área de 33 km2, uma população de 4.000 habitantes (2007),  o distrito conta com  baixa densidade habitacional, características rurais, pouca renda individual, há muitos pescadores, uma agricultura de subsistência. O que mais precisam é romper o estado “colonial” a que foram submetidos e se alçar ao mundo desenvolvido com empregos modernos, carteira assinada, garantia de um futuro melhor. Só se faz isso com investimentos.

Há algum tempo um grupo de investidores deseja construir na Região um Parque Aeronáutico aos moldes do que já existe em Porto Belo, Búzios no Rio de Janeiro e Natal no Rio Grande do Norte, 60 milhões de investimentos, 300 vagas de garagens aeronáuticas.

O Plano Diretor, já disse, foi mal redigido, tem artigos contra e artigos a favor. Depende da ótica do interessado, favorecendo ora a corrupção ou a interesses ideológicos, permite  que o burocrata  recepcione ou negue um projeto como o Aeroparque Jurerê de Ratones, mediante artigos contra e vários a favor (art. 125, 130, 284).

 Nestas horas é preciso um pouco de humor e paciência, foi assim com o Costão Golf Clube, Il Campanário, Shopping Iguatemi, SOS Cárdio, entre tantos outros. Sempre vale à pena trazer à tona a fábula do Cavalo e do Camelo do inicio da criação.

Quando Deus criou os animais encaminhou aos escritórios dos arquitetos uma encomenda sobre animais. O trabalho era complexo, exigia estudos, projeções, que só um grupo técnico seria capaz de realizar. Produziram então o cavalo. Deus ficou satisfeito com o modelo. As esquerdas celestiais reclamaram, também queriam colaborar na criação. Deus consentiu, os lideres foram aos distritos,  convocaram reuniões para recepcionar mais de 2000 sugestões, uma delas em Ratones, depois reuniram  o  “grupo Gestor” para filtrar as melhores. No “Forum dos Distritos” foi apresentado o resultado. O bicho era um camelo. Todos estranharam o animal, o seu formato, com sua corcunda, costas com protuberâncias disformes, ninguém sabia ao certo a sua utilidade. Deus não gostou, os arquitetos superiores também não,  mas diante dos protestos, a discussão continua até hoje.

Neste momento em que se analisa mais um grande projeto para Floripa  que oferece um novo patamar de desenvolvimento não só para Ratones como toda a Região, os arquitetos do Camelo estão alvoroçados, acabam de informar que são contra e liderados pelo MPF desejam parar os licenciamentos.

Tenho ouvido falar que precisamos “qualificar nosso turismo” atrair pessoas endinheiradas, atrair os cruzeiros marítimos, permitir as marinas.Tais investimentos vão gerar muito renda, impostos e empregos.

As “forças do atraso” se movimentaram, realizaram reuniões, rejeitaram o projeto em nome do barulho e da placidez do local. De se perguntar se o Sul da Ilha, Congonhas, e milhares aeroportos pelo mundo, deveriam ser proibidos de funcionar.


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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