COMUNICAÇÕES CONGESTIONADAS

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Amigos e Amigas de Floripa

DA SÉRIE INIQUIDADES FINANCEIRAS  – EMPRESAS INÚTEIS

Deus pediu para o burocrata celeste produzir um cavalo. Formaram uma comissão e rresultou o camelo em seguida a EBC.
Deus pediu para o burocrata celeste produzir um cavalo. Formou uma comissão, deposi de muitas discussões resultou o camelo, em seguida a EBC. Ambas as criações ninguém sabe pra que servem.

Presume-se que a Presidência da República encerra um conjunto de atividades de alta relevância e que pela importância do cargo obedeçam a um ritual formal, certo temor reverencial e totalmente desprovida de ações ou projetos executivos. Não é bem assim.

O orçamento Federal fixa como despesas para a Presidência da República nada menos do que R$6.501.213.282, distribuídos, vejam vocês em gastos tão surpreendentes quanto inusitados, um deles a Empresa Brasil de Comunicação S.A. – EBC com R$708.638.189.

Ganha um docinho de coco quem souber quais são os programas que são difundidos por esse gigante estatal que consome mais de 700 milhões de reais por ano. No IBOPE da “risquinho”, ninguém vê, repetem o que a comunicação privada faz com larga competência.  De se perguntar qual a utilidade de um elefante como este? Qual a sua finalidade pública? Quais interesses do cidadão atende?

Aliás, no Brasil, há outros mamutes como a TV Câmara, a TV Senado, a TV Justiça, a TV Cultura, todas dispensáveis do ponto de vista do interesse público. Estamos tão acostumados a ver políticos roubando que nem nos damos conta de que estes organismos são verdadeiros “mensalões” que sugam o dinheiro dos tesouros para distribuí-los a apadrinhados políticos. Em 10 anos, o total do “mensalão” ganha de qualquer “petrolão”. O Orçamento Público não foi feito para recepcionar estas excrescências.

Nosso sistema privado de imprensa – televisada, escrita, radiodifusão, internet é tão profícuo e competente que não há porque manter estes dinossauros gastando dinheiro público. Um bom programa de Governo deveria avaliar isso, exercitar o poder do império mandando fechar as Empresas e destinar os recursos à Educação e Cultura.

O Partido que defender estas ações prestará um serviço inestimável ao País.


Dilvo Tirloni

Sou Administrador concluí meus estudos de ensino fundamental na cidade de Nova Trento. Os estudos de ensino Médio foram concluídos na cidade de Brusque, no Colégio São Luiz e Consul Carlos Renaux. Sou bacharel em  História pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Simultaneamente, cursei Administração na Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG). Nesta escola fui contemplado com medalha pelos méritos acadêmicos vindo, então, a ser convidado para cursar o Pós Graduação, nível de mestrado, na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. Concluído o curso de pós-graduação ingressei como professor titular na UDESC/ESAG atuando na área de Administração Financeira e Mercado de Capitais.

Profissional

Professor primário, secundário e universitário. Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especialista em projetos de financiamentos e investimentos, executivo fundador do antigo CEAG/SC, hoje, SEBRAE, Consultor de atividades  empresariais. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF entre 13/05/2005 a 13/05/2009 (4 anos com reeleição) e presidente do Conselheiro do Conselho Superior 2009/2011. Conselheiro do Sapiens Park, Conselheiro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Conselheiro do Conselho Municipal do Saneamento Básico.

Pensamento Político

A história nos ensinou que o melhor caminho para as sociedades é o Liberalismo (Locke) representado por um  conjunto de princípios  baseados na defesa da propriedade privada, liberdade econômica (mercado livre),  liberdade política (vários partidos), liberdade religiosa, mínima participação do Estado na economia mas forte na aplicação da lei, igualdade dos cidadãos perante a lei, livre manifestação do pensamento e expressão.

Publicações

Inúmeros artigos publicados nos jornais de Florianópolis. Coordenou e escreveu os seguintes livros: Prefeitura Municipal de Florianópolis 2004; Novo Modelo Institucional Água e Saneamento, 2006, SC2010, projeto sobre Governo Estadual, 2007; Reforma Tributária Nacional 2008; PMF2012 Reforma Administrativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Bacias Hidrográficas de Florianópolis, 2008.

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